terça-feira, 16 de outubro de 2007

Rastafari hardcore




Rastafari é uma espécie de religião regada a muita maconha e louvação à um rei etíope (Haile Selassie), que de acordo com os caras é Deus encarnado na terra, Jah neste caso específico. Cada um, cada um.... Já o ritmo musical que move estas cabeças regadas a Kaya é o reggae, imortalizado pelo ídolo Bob Marley.

Por esses e outros motivos, ninguém iria imaginar que um grupo de rastafaris de Nova York (EUA) iriam formar uma banda que misturava, amor à Jah, Reggae, Dreadlocks (o típico cabelo grudado em tranças) e principalmente muito hardcore. Essa banda é o Bad Brains, nascido no underground novaiorkino nos começo dos anos 80 e agora ressuscitad com força total com o novo disco:
Build a Nation

Os caras continuam fazendo o que sempre fizeram hardcore sujo, misturado com reggae viajante, (ou Dub para os mais antenados) e muita mensagem de paz. O disco foi produzido pelo Bestie Boy, Adan Yauch.
Se liga no video de 2000, "God Of Love".


quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A Tropa Pirata






Tropa de Elite, o Filme de José Padilha, que conta a história da corrupção policial no Rio de Janeiro tem causado polêmica, devido a pirataria. Cópias que vazaram enquanto o filme ainda estava em fase de pós produção.


De cordo com uma pesquisa feita pelo jornal Folha de São Paulo, mais de três milhões de pessoas já haviam assitido a cópias piratas do filme. Mas por outro lado, o número de salas onde o filme seria exibido aumentou consideravelmente, depois da grande repercussão que a história do filme e que a pirataria tiveram, uma prova são dados da estréia do filme mostram que ele bateu recorde de espectadores, até o diretor do filme chegou a afoirmar que "o marketing dos camelôs foi genial".


O filme é basedo no livro Elite da tropa, escrito por ex-integrantes do Batalhão de Operações Polícia (BOP), Luiz Eduardo Soares, Andre Batista e Rodrigo Pimentel. Os integrantes do BOP foram um dos primeiros aterem acesso a cópia pirata do filme e tentaram proibir ou cesurar a película sem sucesso o que só trouxe mais holofortes para o caso. A polícia alega que eles são retratados de forma pejorativa, e exigiam que o filme especificasse que se tratava de uma ficção.
Assista ao trailer:


quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Textos sobre Webjornalismo resumidos (WEBJOR)




(1)"O hipertexto e a redução da notícia" FREITAS, Danielle Claudino de . Os recursos e os veículos de comunicação online. Vitória. UFES, 2002

Ok. Let's go.
Logo ao iniciar a leitura do texto O hipertexto e a redução da notícia, um trecho se destaca: a parte em que se justifica o porquê da redução das notícias. Entre tantos motivos, um deles chama mais a atenção, talvez por espalhar uma centelha nas nossas adormecidas teorias da conspiração. "...Interesses excusos dos meios de comunicação..."
A esta parte cabe a lembrança de um fato político imperdível, porém natimorto (como todos os últimos 100 mil fatos políticos no Brasil): Renan Calheiros. A votação foi ontem, 12 de setembro, e todo mundo já ouviu e viu e blá, blá, blá. Tomo a liberdade de aplicar a generalização: todos tem seus interesses excusos. Quem elege, quem vota, quem fala e quem silencia. E principalmente nós, os cidadãos comprovadamente corruptos, a quem deve ser atribuída a culpa pela mazela governamental. Sem ironia, mas de nada adianta ficar reclamando que o "cara é malandro, roubou o senado (nem roubou, se utilizou do cargo e poder para benefício financeiro próprio), sem fazer nada, a não ser continuar não dando sinal quando mudar de via e a colocar um real a mais na nota de reembolso da "firma". "...Interesses excusos dos meios de comunicação..."

(2)O texto Jornalísitico na RedeNome da obra: O texto jornalístico na rede Nome do autor: Luciano Miranda

Os jornalistas e, especialmente, os estudantes de jornalismo não devem se descuidar jamais. Um primeiro ponto refere-se à pauta. Assim como o site exige planejamento, a boa matéria jornalística também. Essa é a função da pauta. Deve-se ter sempre uma hipótese, como ponto de partida para a matéria, a ser confirmada ou refutada; uma questão principal a ser respondida, um planejamento relacionado ao hipertexto e à navegação e um roteiro de perguntas essenciais a que o texto deve responder. Levando-se em conta a possibilidade de contextualização ou relação com outras matérias (a internet é um grande repositório de dados que devem ser aproveitados).

A escolha criteriosa das fontes. O leitor comum prefere ler ou pesquisar textos cuja estrutura, em ordem de preferência, são 1)blocos; 2)pirâmide invertida; 3)narrativa. O texto no jornalismo on-line é conciso, curto e objetivo. As declarações devem ser curtas. Por causa do respeito à objetividade, evitam-se os clichês ou metáforas elaboradas (que dificultam o entendimento do leitor). Evita-se, ainda, o texto maior que o espaço da tela do computador. A gramática deve-se seguir a regra geral, evitando sentenças fragmentadas em que falte sujeito ou verbo, exceto nos títulos ou nas legendas. Lead ou lide: deve-ser privilegiar o noticioso; manchete: não escrever em maiúscula ou itálico, pois denota exagero. No jornalismo on-line, trabalha-se com a perspectiva da atualização permanente durante as vinte quatro horas do dia. Há outras formas de interação e de diálogos com os leitores, como os fóruns e as enquetes. Esse dinamismo interativo propiciado pelo jornalismo on-line faz atentar justamente para uma das características centrais da atividade na internet, a saber: ser dinâmica.


(3)Jornalismo na internet
Autor: J.B Pinho


Independente de qualquer que seja a denominação, jornalismo digital, jornalismo on-line ou webjornalismo, o jornalismo tem presença marcante na World Wide Web, que nada mais é do que uma síntese de todas as mídias, com as vantagens visuais da tv, a mobilidade do radio, a capacidade de detalhamento e analise do jornal e revista, e a interatividade da multimídia.

Oferecendo informação e conteúdo, em especial nos sites de jornais e revistas impressas que migraram para a rede mundial, nos sites de agencias de noticias, nos sites noticiosos especializados, nos portais e nos sites de instituições e empresas comerciais.

A primeira empresa a ingressar na Word Wide Web, foi o grupo O Estado de S.Paulo, que em 1995, colocou a agencia em rede mundial, no mesmo ano o Jornal Do Brasil foi o primeiro veiculo a fazer uma cobertura completa no espaço virtual.

As agencias de noticias são empresas especializadas de informação que elaboram e distribuem, regularmente e de forma interrupta, noticiário geral ou especializado, fotografia e features, destinados exclusivamente aos seus assinantes (órgãos de imprensa, instituições governamentais e privadas). As grandes agencias contam com uma imensa rede de correspondentes e informantes, assim elas tem condições de fornecer a baixo custo, serviço informativo em grandes quantidades. A Reuters Limited, sediada em Londres é a maior agência internacional de noticias.

O jornalismo especializado é aquele em que a informação é dirigida a cobertura de assuntos determinados e em função de certos públicos, dando a noticia um caráter especifico.
Alguns sites noticiosos procuram levar a web o formato de revista, conhecidas no mundo virtual como revistas eletrônicas. A pioneira foi a norte americana Salon, criada em 1994.

O conceito de portal, relacionado com a internet, apareceu no começo de 1998. Os portais hoje são entendidos como qualquer site que sirva para a entrada dos usuários na World Wide Web, a primeira parada da qual os internautas decidem os passos para a rede mundial.
Os sites de empresas comerciais possuem seções dedicadas ao profissional de jornalismo, mantidas pelas assessorias de imprensa, em geral contendo noticias atuais. O relacionamento entra as empresas e a a mídia é fundamental para que elas possam desenvolver e manter relações próximas visando assegurar uma cobertura positiva ou no mínimo justa por parte da imprensa.

(4) Nome da obra: internet velocidade e credibilidade da notícia Nome do autor: Leão Serva

As críticas e aspectos da rede mundial de computadores repetem quase literalmente ataques a cada meio que foi surgindo na história do planeta, desde de livros impressos no início da era de Gutemberg até a televisão.

Webjornalismo
Muitos críticos tem se dedicado a atacar o apressamento do meio como fator de perda de qualidade da notícia que veicula. Como existe entre outros leitores das mais diversas formações e extratos sociais um absoluto desconhecimento sobre como é o funcionamento interno e como é a produção de jornais, o desconhecimento faz com que os observadores tenham a sensação com que as formas exteriores se manifestam. Muito do contrário a estrutura das redações tem mudado com ao longo do tempo enquanto ocorrem verdadeiras revoluções de jornalismo, nas formas de publicação e veiculação da informação.

Sobre a notícia em tempo real
O surgimento da internet significa sua plataforma a mais para distribuir informações que antes distribuíam por meios semelhantes. Companhia que trabalham com informação e precisa dessa matéria-prima com rapidez. Geralmente por serem serviços caros são contratados por corporações para o uso de diversos funcionários em redes internas a internet barateou o sistema de distribuição e assim essas companhias jornalísticas puderam aumentar seu público potencial.
Jornais não são feitos a mão As redações usam a internet todo o tempo em diversas etapas de seu trabalho de produção do jornal: para receber noticias, para comunicação das equipes com o mundo e entre eles mesmos e suas fontes a internet é usada normalmente nos próprios computadores empregados para produção de texto. Ao mesmo, os acadêmicos e críticos se voltam intensamente para os possíveis negativos da velocidade da internet sobre a qualidade da informação, atribuído um caráter de essência e inclusive ocorrência ocidentais a razão dessa tensão desequilibrada.

(5) Jornalismo on-line mais um meio de comunicação

No texto “o novo jornalista profissional”, o jornalista Luciano Miranda, esclarece alguns parâmetros para um jornalismo de qualidade na era digital, afirma que “o que dá sentido a técnica são as práticas das pessoas”.

O fundamental é que se conheçam as técnicas e saibam operá-las, mas o mais importante é saber produzir o sentido necessário para a missão jornalística. O jornalista trabalha com dados brutos, onde o profissional agrega conhecimento proveniente de sua formação e estilo e transformando esses dados em informações.

Existem três dimensões, no novo meio jornalísticos, são elas: real versus virtual, espaço versus tempo e público versus privado. Estas dimensões estabelecem relações diferenciadas com categorias semelhantes em outras mídias. O cuidado com o plágio de informações, o leitor que está em outro lugar, vivendo em um outro instante e a vida intima exposta através de webcans e aparatos eletrônicos, são as relativizações a serem observadas no jornalismo on-line para realizar um trabalho de qualidade.

A partir do momento que a idéia de noticia é substituída pela idéia de informação, o leitor vira o cliente e seu produto de consumo a informação. Neste momento a informação passa a ter como característica a velocidade necessitando de atualizações constantes em um meio digital a internet.

(6)Nome da obra: Jornalismo na Internet
Nome do autor: J.B. Pinho
Natureza do texto jornalístico digital


Ao longo do tempo várias mídias foram surgindo: rádio, cinema e TV. Cada qual há seu tempo e cada uma reproduzindo seu antecessor. Tanto é assim que a internet usa recursos audiovisuais. Os conteúdos existentes na Web são classificados por Ward (2002: 192) em quatro tipos principais. São eles: - Estático (qualquer informação que não está sujeita a mudança ou que sofra mudança esporádica e eventual. Por exemplo, o expediente do Webjornal). – Dinâmico (encontrado nas seções de últimas notícias e atualizado constantemente). – Funcional (dado por menus e barras de navegação. Sites geralmente oferecem uma lista de manchetes para facilitar o acesso). – Interativo (estimulam a interação com o usuário. Como exemplo os formulários de cadastro de usuário e fóruns). O texto de Web deve ser 50% menor que para o impresso.

A Web é a única mídia que se precisa ter cuidado ao redigir já que é diferente das demais. Escreve-se para uma página de Internet que se apresenta como única e separada do site. E se escreve para um espaço flexível que depende da resolução. A informação na Web não é linear, por isto se pode fazer uso da hipermídia (links). No entanto se deve ter cuidado para não colocar links vagos ou imprecisos, pois a conseqüência pode ser a desistência do internauta em ver o site. Situações a evitar na escolha de colocação de links: Evite usar mais de duas palavras por frase com indicação de vínculo, Evite o Clique Aqui. O link pode trazer auxílios como tamanho de arquivo, tipo de mídia e outros. Os leitores de Web não lêem palavra por palavra fazem uma leitura “scanner”. Existem quatro tipos de leitura: - Superficial (leitor move os olhos rapidamente buscando retirar dele o essencial), - Varrimento (o leitor focaliza rapidamente partes específicas da informação), - Intensiva (quando o leitor para por julgar que o texto relevante, ele busca informação mais precisa), -Extensiva (quando leitor imprime o texto para ler por julgá-lo extenso demais para ser lido no monitor).

(7)Nome da obra: Jornalismo na Internet
Nome do autor: J.B. Pinho
Natureza do texto jornalístico digital

Ao longo do tempo várias mídias foram surgindo: rádio, cinema e TV. Cada qual há seu tempo e cada uma reproduzindo seu antecessor. Tanto é assim que a internet usa recursos audiovisuais. Os conteúdos existentes na Web são classificados por Ward (2002: 192) em quatro tipos principais. São eles: - Estático (qualquer informação que não está sujeita a mudança ou que sofra mudança esporádica e eventual. Por exemplo, o expediente do Webjornal). – Dinâmico (encontrado nas seções de últimas notícias e atualizado constantemente). – Funcional (dado por menus e barras de navegação. Sites geralmente oferecem uma lista de manchetes para facilitar o acesso). – Interativo (estimulam a interação com o usuário. Como exemplo os formulários de cadastro de usuário e fóruns). O texto de Web deve ser 50% menor que para o impresso.

A Web é a única mídia que se precisa ter cuidado ao redigir já que é diferente das demais. Escreve-se para uma página de Internet que se apresenta como única e separada do site. E se escreve para um espaço flexível que depende da resolução. A informação na Web não é linear, por isto se pode fazer uso da hipermídia (links). No entanto se deve ter cuidado para não colocar links vagos ou imprecisos, pois a conseqüência pode ser a desistência do internauta em ver o site. Situações a evitar na escolha de colocação de links: Evite usar mais de duas palavras por frase com indicação de vínculo, Evite o Clique Aqui. O link pode trazer auxílios como tamanho de arquivo, tipo de mídia e outros. Os leitores de Web não lêem palavra por palavra fazem uma leitura “scanner”. Existem quatro tipos de leitura: - Superficial (leitor move os olhos rapidamente buscando retirar dele o essencial), - Varrimento (o leitor focaliza rapidamente partes específicas da informação), - Intensiva (quando o leitor para por julgar que o texto relevante, ele busca informação mais precisa), -Extensiva (quando leitor imprime o texto para ler por julgá-lo extenso demais para ser lido no monitor).

(8)O CONCEITO DE USABILIDADE

O texto de Polyana Ferrari, “O Conceito de usabilidade”, traz à tona a convicção de que a web só veio somar em nossas vidas. O termo usabilidade é visto pela autora como a utilidade de produtos e serviços oferecidos pela internet; ela afirma ser essencial no mundo virtual.

O teste de usabilidade é cada vez mais oferecido aos que consomem pela rede. Assim se estabelece certa cumplicidade às partes; é um meio de interação. A autora alerta para o fato de que a usabilidade, em sites pagos, só é oferecida após a compra.

Os fatores que agregam a utilidade de sites e serviços é, em primeiro lugar, se ele(s) cumpre(m) o papel proposto. Outra questão é a praticidade. Hoje, no mundo corrido, quanto mais prático e dinâmico, melhor. E isso vai muito do desing da página na internet.

Polyana comenta sobre a importância da usabilidade aos jornalistas. Cada vez mais presente no dia-a-dia destes profissionais, que precisam atuar como gerentes de produto, cuidando da apresentação dos sites e do planejamento para que o produto ou serviço seja sempre atrativo na web. Os textos devem ser curtos e diretos (como em rádio) e deve haver muitas fotos, ilustrações e imagens, sempre “casando” as tonalidades para não “agredir” o olhar e “explusar” o internauta.

Alternative Reality Games (WEBJOR)

Alguém já ouviu falar dos ARG, ou Alternative Reality Games ou em bom português para brasileiro entender: Jogos de Realidade Alternativa? Como o nome já diz trazem o que há de mais novo e intrigante(para quem tem tempo) na Internet. Trata-se de um jogo que não é jogo, que funde realidade com ficção e investigação. Um dos mais famosos atualmente é o Lost Experience, trama paralela e interligada ao seriado Lost, que traz mais informações sobre a iniciativa Dharma, Fundação Hanso, personagens que não existem na série e muito mais.

O negócio é bem interessante, por que funde realidade concreta com virtualidade e imaginação. As discussões entre os participantes desse mundo virtual são tão ricas que os produtores da série acabam recorrendo a este ambiente para tirar idéias e saber o que pensam os espectadores.

O Lost Experience funciona com pistas escondidas em sites da fundação Hanso, da Oceanic Air e outros outras pistas, que levam a outras pistas, como códigos a serem decifrados, com números que estão impressos na munhequeira dos atores que participaram do último encontro de aficionados no seriado. As senhas destravam videos, no you tube, ou em sites "secretos" que contam a verdadeira função da iniciativa Dharma. Isso é só um exemplo de como isso funciona.

A banda de rockIndustrial Nine Inch Nails, por exemplo, durante um show em Portugal, escondeu pen drives com músicas do novo disco e mensagens secretas. Ligando para um número de telefone, você recebia uma mensagem ligada a um site que falava de uma nova droga fictícia e por ai vai.....

As tramas são infinitamente complexas, interligadas com realidade, virtualidade além de realmente fazer uso de tudo o que e tipo de mídia possível. é o que existe de mais ousado em termos de interação do público com produtores culturais.

Quem tiver tempo para seguir as pistas, decifrar códigos, além conhecer pessoas ao redor do mundo com o mesmo objetivo, pode entrar nessa. um site interessante para tentar começar que é o
http://www.lostexperience.com/, http://www.oceanicair.com/, hansofundation.com e por ai vai. Cada um busca seu caminho em um ARG.

Aqui segue um vídeo que fala um pouco do Lost Experience, com os produtores da rede americana de TV ABC, idealizadores do jogo.


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

O Leitor como Emissor (WEB JOR)

Texto base: “Características e implicações do jornalismo na Web.”
Autora: Luciana Mielniczuk

A autora aborda em um trabalho, de cunho científico, com observações e indagações feitas a sobre um tipo de veículo relativamente novo para o Jornalismo: o “Webjornalismo”. Para Luciana, as novas ferramentas e formas de propagação da notícia na rede mundial de computadores merecem atenção devido as mudanças que estes novos métodos podem trazer ao formato clássico do jornalismo.
A liberdade de navegação do leitor, neste caso internauta, por meio do conteúdo, os links para conteúdos relacionados (denominados de hyperlinks), a possibilidade de uso de recursos multimídia e até mesmo a quantidade de conteúdo, são mudanças observadas pela autora em seu trabalho.


Estes e outros fenômenos contemporâneos, que tem como local de atuação, a internet realmente trazem uma nova perspectiva de entendimento e indagações a respeito do futuro deste ou daquele determinado veículo, no caso do jornalismo.
Em tempos atuais, é impossível se ter a mesma relação entre emissor, meio e receptor. O sistema que antes era retilíneo passa a ser circular, constante e multidirecional, ou seja, o emissor, no caso o jornalista, passa a ser influenciado pelo leitor, seja por meio dos emails recebidos ou pelo simples fato de o jornalista sofrer o mesmo tipo de influências diversas, a que o leitor esta sujeito, no decorrer de sua vida. A proximidade entre o jornalista e o leitor passa a ser maior e, a influência de ambos, em ambos também. Por isso a segmentação no conteúdo pode ser cada vez maior, mas por parte do leitor, que é quem dita o que quer ler.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

DVDJ (WEBJOR)




A música eletrônica faz muita gente radical torcer o nariz, mas o que ela faz pela música é primordial para alçar novos caminho estéticos-sonoros no mundo cultural. A ver o rap, que para muitos não é considerado música, mas o mesmo trouxe novas propostas sonoras, com colagens de samplers (novos e antigos) que fazem um resgate da música negra e colocam em evidência o que os proddutores desse tipo de som escutam. É o uso de suas influências sonoras elevada a quinta potência. Como eu colocaria em minha monografia, é a "música na contemporaneidade".

Mas a barreira da música está sendo quebrada, e mais elementos estão se unindo, além das fronteiras da Televisão (digo televisão porque depois da MTV, pouca gente escuta música no rádio). A imgem em sincronia com o som em mixagens ao vivo, fenômeno que foi potencializado pelo uso de Discos de DVD.

Você provavelmente ja ouviu falar dos DJ´s né? Mas ainda não deve conhecer os DVD Jockey´s. São eles que a música e a imagem, em sincronia. Eles se apresentam munidos de telões em festivais de música eletrônica e levam a galera a loucura com as manipulações tanto de música quanto de imagens, que podem mixar trechos de filmes, de concertos, clipes e tudo mais que possar fazer parte da música.

Isso é meio dificil de se entender por meio de palavras, mas, como já é de praxe, o You Tube salva a pátria das mentes menos imaginativas. Seguem exemplo de Mike Relm, o papa do estilo:










É possível encontra ainda mais exemplos desse maluco em ação no My Space dele: Clique Aqui

Recentemente ele acaba de lançar um DVD com uma preformance, pena que o trabalho, ainda não tenha sido lançado no Brasil. Mas no http://sopedrada.blogspot.com/ é possível encontrarr, nas postagens antigas, um trabalho em áudio para downnload.
É assim que caminha a nova música mundial, fecjhar os olhos ou rejeitar que esse tipo de proposta é mais uma vertente a ser explorada pelo cenário musical é rejeitar que o mundo é dinâmico e que tudo muda em uma velocidade extraordinária. Renegar que as coisas mudam, sejham elas para melhor ou para pior é virar as costas para o mundo e quem fica para trás é esquecido e cheio de teia de aranha.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Zeitgeist (WebJor)




O Smashing Pumpkins acaba de lançar seu mais novo disco ZeitGeist, palavra que em alemão quer dizer algo como "espírito de uma era". Esse disco marca a volta da banda depois de ter encerrado suas atividades no começo dessa década. Na época Billy Corgan, o cabeça da banda disse que era impossível competir com a "concorrência desleal das curvas e bundas de Britneys Spears na indústria fonográfica".

A banda se separou, mas pouco tempo depois, Corgan veio com um outro projeto chamado Zwan, formada nos mesmo moldes do Smashing Pumpkins (com uma mulher tocando baixo e duas guitrarras e ele, Corgan, nos vocais), no entanto a banda acabou se desfacelando depois do primeiro disco, além de ninguém engolir um Billy Corgan alegre, já que o SP era conhecido pela melancolia e pelo clima soturno das melodias e letras.

Neste ano começaram a surgir rumores de uma suposta volta do SP, apesar da Ex-Baixista, Darcy e do ex-guitarrista James Iha, dizerem que não tocavam no Smashing Pumpkins nunca mais. Isso devido as constantes brigas com o líder da banda, além do controle que ele tinha sobre a vida dos integrantes. Corgan era conhecido por não tolerar desvios de conduta típicos de rockstars como abuso de drogas, festas e quebradeiras em quartos de hotéis.

Apesar de metade da banda não topar voltar, Corgan levou adiante a idéia de resucitar o SP, colocou uns clones dos antigos integrantes (Iha e Darcy), com exceção do Baterista Jimmy Chamberlin, egravou o Zeigeist, que é um dos melhores discos do ano. Este trabalho, ao contrário do que acontece na maioria das voltas triunfais de banda, chega aos "pés" do Melon Collie and Infint Sadness, que é tido como um dos melhores e mais longos discos da banda. Claro que o conceito do novo trabalho não é tão elaborado, no entanto Zeigeist consegue trazer o que o SP sempre soube fazer música pesada com muita melodia.

Para ter uma idéia confira aqui o mias novo vídeo deles: